
Quem teve essa ideia, é a pessoa mais audaciosa da face da terra.
“Homens solteiros,] deveriam pagar mais impostos, pra sustentar as mães solteira.”
PQP!!! Mano 🙄

Quem teve essa ideia, é a pessoa mais audaciosa da face da terra.
“Homens solteiros,] deveriam pagar mais impostos, pra sustentar as mães solteira.”
PQP!!! Mano 🙄
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Mas o trabalho delas não é trepar?
Se for prostitutas, sem dúvidas. Pelo menos as prostitutas saem nas ruas no frio e chuva pra satisfazer os caras, já essas mães solteiras folgadas querem privilégios e amparo da sociedade apenas por terem filhos de 10 pais diferentes.
concordo sem sombras de duvidas, e tem varias mães solteiras gostosas.
E o pior, quem banca essas camisinhas e anti concepcionais nos postos somos nós.
Qual a conclusão ? VOCÊS FORAM BAITADOS.
Mas a paternidade/maternidade socioafetiva já é um instituto bem aceito no direito, tanto que há casos de pessoas com nome do padrasto na certidão de nascimento, então não vejo o porquê de haver uma discussão concreta sobre isso, seria apenas um chororô de desinformação e revolta alheia.
Depois você chega à conclusão, se a pessoa aceitou incluir o nome na certidão de nascimento você pressupõe que ela aceita o dever (que pela lei caberia primeiramente aos genitores) de prestar auxílio material à pessoa. Na realidade sequer deveria haver uma ação judicial neste ponto (levando-se em consideração que o padrasto/madrasta já é “bem aceito” pela criança/adolescente).
Ola! El barto, tudo bem? Entendo o seu ponto de vista, respeito, porém acredito que você esta sendo bastante poético. Tem casos que por simplesmente você namorar uma mãe solteira já cria “vinculo” com o filho dela e dá margem para você pagar uma pensão, já tem outros casos onde você nem precisa ter vinculo afetivo com a mãe do “Enzo”, tem um canal no YouTube que fala sobre isso o nome é “A lei do Homem”. mas claro é apenas minha opinião, Felicidades a todos!!
Não foi o que eu disse. Quando falei da paternidade/maternidade socioafetiva foi em relação à própria ação do padrasto para com a criança. Há diversas situações nas quais o padrasto acaba tendo tanta afinidade com a criança que requer que seja incluída o seu nome no registro da criança. Isso que você disse é um caso muito específico e de pouquíssima probabilidade de sucesso no campo judicial.
O que está pacificado é a questão de ambos (padrasto/madrasta e enteado) que possuem relações iguais à de pai e filho e oficializam tal vínculo por meio dos documentos. Essa questão de “simples fato de namorar e já criar vínculo” não é comprovável na prática, não é algo que o juiz vai considerar pela mera alegação da mãe, por isso que nosso judiciário é pelo sistema do livre convencimento motivado, tudo precisa de fundamentação judicial.