Ok “tudo bem”, ninguém reagiu.
Até que o carma se cansou, e resolveu enviar ela pra emergência do hospital, com uma tijolada na cara.
Ficou até inchado, coitada. rsrs
Imagina a cena:
Você andando na rua de boa ai do nada, vem uma mina gritando, te mete uma bolacha na cara, e depois rebola.
Que fita em *___*





Tb acho, se for o nome da sua mãe
Donzelo de 12 anos falando da mãe dos outros
Perdida? Eu diria que seria bem usada, isso sim. Elimina o problema e o investimento é pouco.
Pra quem não sabe eram tribos africanas que capturavam membros de tribos rivais e os vendiam como escravos!
E nos livros da escola/colégio ñ vi isso…
É porque fica feio para os próprios negros admitir que escravizam a si mesmos em qualquer época, pega mal. O que o Wario disse infelizmente é verdade, mas ia muito mais além disso. Falar sobre escravidão e racismo é a mesma coisa que falar sobre o nazismo. A história é escrita pelos vencedores das épocas, principalmente no pós guerra, então, o que realmente de fato aconteceu nessas épocas (escravidão, nazismo e etc.) nós jamais saberemos. E quem realmente sabia ou está morto ou comprado pra ficar quieto. Carl Sagan já dizia: a ausência da evidência, não é a evidência da ausência. Em outras palavras, o fato de não existir evidências, não garante, que evidências não existam. E assim caminha a humanidade. Em terras brazucas, temos nossa história, onde uma mentira contada mil vezes se torna verdade. Nossos livros de história futuros irão falar sobre o golpe de estado de 2016, do presidente genocida e muitas outras bobagens que ainda vão inventar. É simples, quem está no poder é quem escreve a história. Nada além disso.
Quem quiser ver mais sobre o assunto pesquise pelo “Rei do Congo”, foi o principal fornecedor de escravos, tinha até o monopólio na verdade, o presente q deu aos portugueses na primeira vez q visitaram foram 300 “peças” e quem tentassem fazer negocio com outras tribos eram ameaçados com arma na cabeça.
Procurem pelo “Rei do Congo” se quiserem saber mais do assunto, ele tinha o monopólio de escravos no reino africano antes mesmo dos portugueses aparecerem